Esse sítio é para mulheres da pan-amazonia debater, refletir, denunciar impactos negativos, promover mobilizações sobre as mudanças climáticas na pan-amazônia, mas também trazer informações, dados, discussões e propostas sobre questões globais que afetam o clima e as mulheres. Podem escrever em portugues e em espanhol.
quinta-feira, 1 de março de 2012
NO DIA DAS MULHERES, DÊ FLORESTAS
De acordo com deliberação da reunião de líderes de partidos, realizada em 13 de Dezembro do ano passado (2011), a votação do texto que altera o Código Florestal deve acontecer agora nos dias 06 e 07 de Março de 2012, na Câmara dos Deputados.
Segundo análise publicada pelo Comitê Brasil em Defesa das Florestas, o texto aprovado pelo Senado, sob relatoria do senador Jorge Viana (PT-AC), embora melhor que o aprovado na Câmara em Maio de 2011, sob relatoria do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), ainda contém diversos retrocessos que precisam ser corrigidos. Para o Comitê, o PLC 30/11, tal qual foi aprovado pelos senadores, é “muito ruim para as florestas e para os recursos hídricos brasileiros”.
Desta forma, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciência (ABC) entregaram ontem, 27 de Fevereiro, ao relator da proposta do novo Código Florestal, o deputado Paulo Piau (PMDB-MG), um documento que aponta os pontos que ainda precisam e DEVEM ser alterados pelos parlamentares antes de o projeto ser votado pela Câmara e ir a sanção ou veto presidencial.
No documento, as entidades científicas também reconhecem os avanços da proposta apresentada pelo Senado, mas ressaltam que ainda permanecem problemas graves, que trarão prejuízos desastrosos ao meio ambiente e comprometerão a própria sustentabilidade da agricultura.
O texto, se for aprovado na Câmara, será submetido ainda à sanção da presidenta Dilma Rousseff que, durante a campanha eleitoral de 2010, assinou compromisso de que vetaria quaisquer dispositivos que anistiassem crimes ambientais e promovessem desmatamentos.
Sendo assim, aproveitando a proximidade da votação na Câmara com o Dia das Mulheres, o Brasil Pelas Florestas, movimento apartidário com base em São Paulo, lança nesta terça-feira, 28 de Fevereiro, a campanha “No Dia das Mulheres, dê FLORESTAS!”, como apelo da sociedade civil aos Deputados e à Vsa. Excelentissima Presidenta Dilma Russef, para que não permitam que este pacote de ameaças ao meio ambiente seja aprovado.
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Lembre-se: juntos, somos um.
Obrigado!
Brasil Pelas Florestas.
CONFERÊNCIA DO FAOR SERÁ EM BELÉM
A conferência do FAOR será entre 26 e 29 de março em Belém. O Estado do Tocantins realizou a pré-conferência em setembro de 2011 e deverá participar com representantes de várias Organizações.Teremos 40 vagas, e espera-se uma diversidade de representações: mulheres, adolescentes e jovens, negros e indígenas, militantes do campo e da cidade, além de representantes da luta ambiental.
O tema geral da Conferência do Fórum da Amazônia Oriental será mudanças climática e, por certo, a Conferência Rio mais vinte, será objeto de debates e encaminhamentos.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Textos e links. Documentos relativos ao FSM e Rio mais 20.
Declaração da Assembleia dos Movimentos Sociais – Fórum Social Mundial – Porto Alegre – Brasil
http://blogdotarso.com/2012/01/31/declaracao-da-assembleia-dos-movimentos-sociais-forum-social-mundial-porto-alegre-brasil/
Cúpula dos povos na Rio+20
http://www.jubileubrasil.org.br/integracao-dos-povos/rio-20-2012/cupula-dos-povos-na-rio-20
MUDANÇAS CLIMÁTICAS E SOBERANIA ALIMENTAR
http://ivopoletto.blogspot.com/2012/01/mudancas-climaticas-e-soberania.html
ONGs, movimentos sociais e governo debatem estratégias para a Rio + 20
http://www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=1995
Llueven las críticas a la economía verde en el Foro Social Temático
http://www.rebelion.org/noticia.php?id=143866
domingo, 15 de janeiro de 2012
Cúpula dos povos - CFRIOMAIS20
Informe do Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira (CFSC) para a Rio+20
Janeiro de 2012
Entre 15 e 23 de junho deste ano, ocorrerá no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, a Cúpula dos Povos na Rio+20 por Justiça Social e Ambiental. A sociedade civil global, organizações, coletivos e movimentos sociais ocuparão o Aterro para propor uma nova forma de se viver no planeta, em solidariedade, contra a mercantilização da natureza e em defesa dos bens comuns.
A Cúpula dos Povos ocorrerá de forma paralela à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. A reunião oficial marca os vinte anos da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio 92 ou Eco 92). Nestas duas décadas, a falta de ações para superar a injustiça social ambiental tem frustrado expectativas e desacreditado a ONU. A pauta prevista para a Rio+20 oficial, a chamada “economia verde” e a institucionalidade global, é considerada pelos organizadores da Cúpula como insatisfatória para lidar com a crise do planeta, causada pelos modelos de produção e consumo capitalistas.
Para enfrentar os desafios dessa crise sistêmica, a Cúpula dos Povos não será apenas um grande evento. Trata-se de um processo de acúmulos históricos e convergências das lutas locais, regionais e globais, que tem como marco político a luta anticapitalista, classista, antirracista, antipatriarcal e anti-homofóbica.
A Cúpula dos Povos quer, assim, transformar o momento da Rio+20 numa oportunidade para tratar dos graves problemas enfrentados pela humanidade e demonstrar a força política dos povos organizados. “Venha reinventar o mundo” é o nosso chamado e o nosso convite à participação para as organizações e movimentos sociais do Brasil e do mundo. A convocatória global para a Cúpula será realizada durante o Fórum Social Temático, em 28 de janeiro, em Porto Alegre (RS). O Fórum deste ano é, aliás, preparatório para a Cúpula.
Programação da Cúpula
O Comitê Facilitador da Sociedade Civil para a Rio+20 está preparando o desenho da Cúpula dos Povos e do território que o evento ocupará no Aterro do Flamengo. O objetivo é que o espaço seja organizado em grupos de discussão autogestionados, na Assembleia Permanente dos Povos e num espaço para organizações e movimentos sociais exporem, praticarem e dialogarem com a sociedade sobre suas experiências e projetos. As ações da Cúpula estarão todas interligadas. Um grupo de trabalho sobre metodologia foi criado para detalhar a execução desse desenho.
A ideia é que a Assembleia Permanente dos Povos, o principal fórum político da Cúpula, se organize em torno de três eixos e debata as causas estruturais da atual crise civilizatória, sem fragmentá-la em crises específicas – energética, financeira, ambiental, alimentar. Com isso, espera-se afirmar paradigmas novos e alternativos construídos pelos povos e apontar a agenda política para o próximo período. O grupo de trabalho sobre metodologia vai propor a melhor forma de organizar esse debate e de afirmar novos paradigmas.
Os dois primeiros dias da Cúpula serão de atividades organizadas pelos movimentos sociais locais, que estão em luta permanente de resistência aos impactos das grandes obras. Desde esse momento, já estará montado um espaço de livre acesso, onde organizações e movimentos da sociedade civil global exibirão experiências e projetos que evidenciam como é possível viver em sociedade de forma fraterna e sustentável, ao contrário do paradigma hoje vigente. Por isso, o território da Cúpula dos Povos será organizado de forma livre da presença corporativa e com base na economia solidária, agroecologia, em culturas digitais, ações de comunidades indígenas e quilombolas. Esse encontro da cidadania, que também contará com atrações culturais, ficará aberto até o fim da Cúpula, no dia 23.
No dia 17, domingo, a organização da Cúpula dos Povos prepara uma passeata para marcar o evento. A partir do dia 18, começarão as discussões autogestionadas e a Assembleia Permanente dos Povos. O 20 de junho será o Dia da Mobilização Internacional, com manifestações que enviem uma mensagem clara e incisiva para a Rio+20 oficial.
Visite a página da Cúpula dos Povos www.rio2012.org.br
ONU Mulheres
ONU Mulheres
Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres
A ONU Mulheres é a nova liderança global em prol das mulheres e meninas. A sua criação, em 2010, foi aplaudida no mundo todo e proporciona a oportunidade histórica de um rápido progresso para as mulheres e as sociedades. A ONU Mulheres trabalha com as premissas fundamentais de que as mulheres e meninas ao redor do mundo têm o direito a uma vida livre de discriminação, violência e pobreza, e de que a igualdade de gênero é um requisito central para se alcançar o desenvolvimento.
Os Estados-Membros da ONU e os ativistas dos direitos das mulheres se uniram para criar a ONU Mulheres. Eles reconheceram que tornar as questões de gênero e igualdade reais nas vidas de mulheres e meninas demandava uma organização com alcance mundial, além de uma experiência consolidada e de consideráveis recursos. Por um tempo longo demais, as mulheres foram forçadas a permanecer à margem nas questões de liderança política, segurança em zonas de conflitos, proteção contra a violência e acesso aos serviços públicos. Hoje, as mulheres precisam estar no centro das decisões como líderes, defensoras e agentes de mudanças.
A ONU Mulheres está surgindo a partir de um forte embasamento, pela fusão de quatro organizações da ONU com um sólido histórico de experiência em pesquisa, programas e ativismo em quase todos os países. Essas organizações incluem a Divisão da ONU pelo Avanço das Mulheres, o Instituto Internacional de Pesquisa e Treinamento pelo Avanço das Mulheres, o Escritório da Assessora Especial para Questões de Gênero e o Avanço das Mulheres, e o Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para as Mulheres.
A ONU Mulheres defende a participação equitativa das mulheres em todos os aspectos da vida e enfoca cinco áreas prioritárias:
◦Aumentar a liderança e a participação das mulheres;
◦Eliminar a violência contra as mulheres e meninas;
◦Engajar as mulheres em todos os aspectos dos processos de paz e segurança;
◦Aprimorar o empoderamento econômico das mulheres;
◦Colocar a igualdade de gênero no centro do planejamento e dos orçamentos de desenvolvimento nacional.
A ONU Mulheres apoia os Estados-Membros da ONU no estabelecimento de padrões globais para alcançar a igualdade de gênero e trabalha junto aos governos e à sociedade civil para formular leis, políticas, programas e serviços necessários à implementação desses padrões. A ONU Mulheres coordena e promove o trabalho do Sistema ONU no avanço da igualdade de gênero.
A ex-presidenta chilena Michelle Bachelet é a Subsecretária Geral e Diretora Executiva da ONU Mulheres. Ela traz ao seu cargo um histórico exemplar como líder visionária e defensora da justiça social e dos direitos das mulheres.
Mais informações sobre a ONU Mulheres no Brasil
EQSW 103/104 Bloco C – Lote 1 – Sudoeste
CEP 70670-350 – Brasília, DF, Brasil
(61) 3038-9280 | Fax: (61) 3038-9289
onumulheres.conesul@unwomen.org
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
notícias - mulheres e mudanças climáticas - 11 a 19 de dezembro de 2011
Psicoterapia Brasil: Mudanças climáticas vitimam mais mulheres ...
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011. Mudanças climáticas vitimam mais
mulheres que homens, diz Pnuma. Estudo do Programa das Nações Unidas
para o ...
psicoterapiabrasil.blogspot.com/2011/12/mudancas-climaticas-vitimam-mais.html - 79k - Páginas semelhantes
Mudanças climáticas vitimam mais mulheres que homens, revela ...
A revista digital mais completa do Brasil Domingo | 18 de dezembro | 2011.
Jesuítas: Justiça, Fé, Ecologia ... 07/12/2011 | domtotal.com. Mudanças
climáticas vitimam mais mulheres que homens, revela Pnuma. Um relatório das
Nações ...
www.domtotal.com/noticias/detalhes.php?notId=391634 - 39k - Páginas semelhantes
OngCea
1 dia atrás ... dezembro 19, 2011 in Mudanças Climáticas, Poluição, Saúde Humana ....
Queimada, um passo atrás para o homem (e a mulher) do campo ...
centrodeestudosambientais.wordpress.com/ - 272k - Páginas semelhantes
Envolverde
1 hora atrás ... Cidade do México, México, 19 de dezembro de 2011 (Terramérica). ... de 2010,
estudou pela primeira vez o BPA em mulheres grávidas deste país. ..... emissões
de gases poluentes que intensificam mudanças climáticas. ...
envolverde.com.br/ - 120k - Páginas semelhantes
O exemplo da matrioshka. Alcilene Cavalcante em 18 de dezembro de 2011 ...
Ouvi tal definição de uma mulher no documentário “Vivendo de Luz”, exibido
pelo canal GNT nesse dezembro de mudanças climáticas. Lindo o que ela disse: ...
www.alcilenecavalcante.com.br/ - 112k - Páginas semelhantes
Representante da ONU sobre mudanças climáticas critica retirada ...
Representante da ONU sobre mudanças climáticas critica retirada do Canadá do
Protocolo de Kyoto. 14 de dezembro de 2011 · Notícias · Share · Tweet ...
www.onu.org.br/onu-critica-retirada-do-canada-de-kyoto/ - 98k - Páginas semelhantes
Mudanças climáticas vitimam mais mulheres que homens, diz ...
Mudanças climáticas vitimam mais mulheres que homens, diz Pnuma; 06/12/
2011; Rádio das Nações Unidas; false; UOL Notícias; 4 ...
noticias.uol.com.br/ultnot/radioonu/2011/12/06/mudancas-climaticas-vitimam-mais-mulheres-que-homens-diz-pnuma.jhtm - 69k - Páginas semelhantes
II Encontro de Formação e Mobilização para a RIO+20
9:30 am 15 Dezembro 2011 — 6:00 pm 16 Dezembro 2011 em Rio de Janeiro, ...
A mulher no contexto das mudanças climáticas – Articulação de Mulheres ...
rio20.net/pt-br/events/ii-encontro-de-formacao-e-mobilizacao-para-a-rio20/ - 49k - Páginas semelhantes
domingo, 11 de dezembro de 2011
RESULTADOS DA COP DE DURBAN
Países aprovam mapa do caminho para acordo mundial em 2015
Protocolo de Kyoto também foi aprovado e será prolongado além de 2012.
Brasil dá palavra decisiva e ajuda definir versão final do acordo.
Os representantes de mais de 190 países aprovaram neste domingo, na conferência sobre o clima de Durban (África do Sul), a COP17, um mapa do caminho para um acordo global em 2015 destinado a reduzir as emissões de gases que provocam o efeito estufa. O alívio era visível entre os representantes na conferência, que esteve à beira da catástrofe, após 14 dias e duas madrugadas extra de negociações. O Brasil, com perfil mediador representado por Luiz Alberto Figueiredo, contribui para a definição da versão final do documento.
Clima de tensão: Solução brasileira 'salva' reunião do clima de fracasso
"Em homenagem a Mandela: isto parecia impossível, até que foi conseguido. E foi conquistado!", escreveu no twitter, Christiana Figueres, principal nome da ONU para a questão do clima. Porém, a União Europeia, que usou todo seu peso para obter um acordo juridicamente vinculante, se viu obrigada a aceitar ao fim da reunião - ofuscada pela crise do euro - um texto que deixa em aberto a questão do caráter obrigatório do futuro pacto climático.
Entenda:
Como acontece o aquecimento global
Quem são os maiores emissores
Perguntas e respostas sobre a COP-17
O objetivo da comunidade internacional é limitar o aumento da temperatura global a +2°C. A soma das promessas dos vários países em termos de redução de emissões está longe, no entanto, de alcançar a meta. Segundo um estudo apresentado esta semana em Durban, o mundo está no caminho de um aumento de 3,5°C no termômetro global.
Protocolo de Kyoto
Os ministros e delegados, à beira do colapso, também chegaram a um acordo para prolongar além de 2012 o Protocolo de Kyoto. A decisão sobre o futuro do protocolo, o único instrumento jurídico vinculante que limita as emissões de gases, era um dos pontos chaves da COP17.
Os países em desenvolvimento, que estão isentos do protocolo, respaldam com firmeza o mesmo, pois estabelece um "muro selado" entre os países do norte, que têm uma responsabilidade "histórica" no acúmulo de CO2 na atmosfera, e o resto do planeta.
O documento, assinado em dezembro de 1997, entrou em vigor em fevereiro de 2005 e impõe aos países ricos, com a grande exceção dos Estados Unidos, que não ratificaram o texto, a redução das emissões de seis substâncias responsáveis pelo aquecimento global, em particular a de CO2.
Fundo Verde
Os delegados concordaram com o início de um segundo período de compromissos, que envolverá principalmente a União Europeia. Canadá, Japão e Rússia ressaltaram que não desejam um novo compromisso. A implementação do mecanismo de funcionamento de um Fundo Verde, destinado a ajudar os países em desenvolvimento ante o aquecimento global, também foi aprovado em Durban.
A ONG Oxfam criticou duramente os resultados da reunião e afirmou que os negociadores evitaram por pouco um colapso do processo ao alcançar um acordo sobre "o estrito mínimo possível".
'Pacote não é perfeito'
A ministra sul-africana das Relações Exteriores, Maite Nkoana-Mashabane, que presidiu a conferência, admitiu, desde o início da sessão plenária, à noite, que o pacote de decisões sobre a mesa "não era perfeito", mas defendeu que era necessário "não deixar que a perfeição seja inimiga do bom".
Para a União Europeia (UE), Durban obteve um "avanço histórico" por obter um acordo que, a partir de 2015, englobaria pela primeira vez todos os países na luta contra o aquecimento global. Para Connie Hedegaard, comissária europeia para questões do clima, a estratégia da UE foi bem sucedida.
"Quando muitos diziam que em Durban apenas seriam implementadas decisões tomadas em Copenhague e Cancún, a UE tinha mais ambição. E conseguiu mais", destacou. "Não aceitaríamos um novo período para o Protocolo de Kyoto sem ter, em troca, um mapa do caminho para o futuro no qual todos os países se comprometam", disse Hedegaard.
A conferência de Durban, que terminou com 36 horas de atraso, entrará para a história das reuniões sobre o clima por ter batido o recorde das prorrogações nas negociações. O próximo encontro sobre o clima acontecerá no Qatar, o maior emissor de gás carbônico per capita do mundo.
*com EFE, AFP e BBC Brasil
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